“Uma frase é como uma flor não existe bonita ou feia, quente ou fria, substanciosa ou vazia. Há aquela que chama atenção de acordo com a ocasião”.

Marly Ferreira, nasceu em 26 de abril 1957, em Volta Redonda, Estado do Rio de Janeiro. É casada com José Antonio desde 1978 e mãe de cinco filhos. Cresceu lendo romances e aprendeu a amar a leitura quando ainda era uma criança. Concluiu seus estudos em Ciências Físicas e Biológicas, com muita dificuldade visual e financeira. Depois de formada trabalhou por algum tempo como professora de Ciências e Biologia em sua cidade natal e em Brasília DF. Concluiu também o curso de Teologia pela Faculdade do Seminário Unido, tornando-se especialista em Ciências da Religião pela Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro. Sempre sonhou em escrever suas próprias histórias, o que veio acontecer após ver seus filhos criados e encaminhados na vida. A autora tem por objetivo acompanhar os grandes mestres literários e embrenhar-se pela literatura moderna e criativa. Escreve com o coração e seu maior desejo é incentivar o leitor a amar a leitura.

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Recordar trazendo de volta ao coração

Recordar trazendo de volta ao coração

Recordar trazendo de volta ao coração conta a história de duas mulheres que lutam pela sobrevivência de forma diferente, a primeira conta como um fato miraculoso mudou o pensamento de sua mãe mesmo tendo decidido fazer o aborto. O livro também conta com a beleza de uma trama que se desenrola, na maior parte, da cidade de Volta Redonda, referência de industrialização e modernidade do Brasil na metade do Século XX. Narra, primeiramente, a história de uma família liderada por uma mulher forte e guerreira, que soube dar o exemplo para seus filhos a se portarem na vida também como fortes e guerreiros, como a trajetória de Marly Ferreira, repleta de desafios, milagres e vitórias. Em Recordar, trazendo de volta ao coração, aplica-se a máxima: “Minha vida dá um romance”.

Morada em Deus

Deus se comunica historicamente desvelando paulatinamente seu ser.O conhecimento que o homem tem de Deus, está inserido ao seu tempo.

Até o Séc.II não havia uma ideia clara sobre a recompensa numa outra vida, assim a ideia de eternidade é  o Sheol. (Lugar de separação entre os mortos e os vivos).

No entanto, a salvação é projetada como uma recompensa material; vemos essa mentalidade nos  juízes , reis, patriarcas ricos e poderosos, com vastas propriedades e numerosos rebanhos.  O Livro de Eclesiastes, deixa bem clara a concepção analógica da época, onde o sábio Goel ,personificado em Salomão, não esconde sua frustração, ao perceber que não havia recompensa alguma para  o bom e o mau. Muitos anos depois Jesus Cristo começa a inverter essa visão através da parábola de Lázaro e o rico,(Lc.16,19-31). deixando claro que Deus tem preparado algo bem melhor para seus filhos de fato e que a vida é eterna ou melhor dizendo: Deus se oferece sempre para morar conosco aqui e na eternidade.